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Sistema sob medida Baixada Santista: case distribuidora

Como uma distribuidora em Santos eliminou planilhas e recuperou 300h/ano com sistema sob medida. Veja o case real da Wake Tecnologia e calcule seu custo oculto.

Douglas Oliveira19 de agosto de 2026
Dono de distribuidora em Santos substituindo planilhas Excel por sistema de gestão sob medida desenvolvido pela Wake Tecnologia
Foto por KOBU Agency na Unsplash

Era uma segunda-feira de manhã e o dono da distribuidora já estava com três abas do Excel abertas, uma planilha de pedidos atrasados no celular e dois fornecedores esperando confirmação de estoque. Eram 8h47. O dia tinha acabado de começar.

Se você reconhece essa cena, não é porque sua operação é desorganizada. É porque você está usando uma ferramenta de 1987 para gerenciar uma empresa de 2025.

Esse artigo conta como uma distribuidora em Santos saiu dessa situação, o que mudou na prática e o que você pode extrair disso para avaliar a sua própria operação, agora, mesmo sem contratar nada.


O problema que ninguém mede: o custo real do Excel

Planilha não tem custo de licença visível. Por isso parece gratuita. Mas o custo dela aparece em outro lugar: nas horas que você e seu time gastam toda semana para manter tudo atualizado, cruzar dados entre abas, corrigir erros de digitação e responder a pergunta "qual é o estoque atual disso?" três vezes por dia.

Existe um jeito simples de estimar esse custo. Some as horas semanais que sua equipe gasta em tarefas que envolvem alimentar, corrigir ou consultar planilhas. Multiplique pelo custo/hora médio dessas pessoas. Multiplique por 52. O número que aparecer é o que você está pagando por ano para manter um processo manual funcionando.

Em distribuidoras de médio porte, esse número costuma ficar entre R$ 40 mil e R$ 120 mil anuais, considerando apenas o tempo operacional perdido, sem contar erros de pedido, ruptura de estoque e oportunidades que passam porque a informação chegou tarde.

Esse cálculo não é alarmismo. É o que aparece quando você para de encarar o Excel como "o jeito que sempre funcionou" e começa a encarar como um custo de processo que você está pagando todo mês.


O que a distribuidora em Santos estava enfrentando

A empresa tem 12 funcionários, opera com mix de aproximadamente 800 SKUs e atende clientes no atacado na região da Baixada Santista. O controle de estoque era feito em planilha compartilhada no Google Drive. Os pedidos chegavam por WhatsApp, e-mail e telefone. A conciliação entre o que foi vendido, o que saiu do estoque e o que precisava ser reposto era feita manualmente, toda semana, pelo próprio dono.

O resultado prático: toda segunda-feira de manhã virava um gargalo. Pedidos ficavam parados esperando confirmação de estoque. Reposição atrasava porque ninguém tinha visibilidade de quando o item ia acabar. E o dono passava horas num processo que, no fundo, ele sabia que poderia ser automático.

O problema não era falta de competência. Era falta de ferramenta adequada para o volume e a complexidade que a empresa já tinha atingido.


O que mudou com o sistema sob medida

A Wake Tecnologia, com 12 anos de mercado e mais de 100 projetos entregues para PMEs, desenvolveu um sistema integrado para essa distribuidora que centralizou três pontos críticos: entrada de pedidos, controle de estoque em tempo real e alertas automáticos de reposição.

Na prática, o que mudou foi o seguinte:

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Pedidos: em vez de chegar por três canais diferentes e serem transcritos manualmente para a planilha, passaram a ser registrados diretamente no sistema. O status de cada pedido ficou visível para toda a equipe em tempo real.

Estoque: o sistema passou a atualizar o saldo automaticamente a cada saída. O dono deixou de precisar cruzar planilhas para saber o que tinha disponível.

Reposição: o sistema passou a gerar alertas automáticos quando um item atingia o ponto de pedido configurado, com base no histórico de giro de cada SKU. A decisão de compra continuou sendo humana. O trabalho de monitorar virou automático.

O resultado quantificado: a segunda-feira de conciliação manual, que consumia entre 4 e 6 horas do dono por semana, deixou de existir. Em um ano, isso representa entre 200 e 300 horas recuperadas, só nessa tarefa.


O que não vai funcionar se você pular essas etapas

Antes de qualquer sistema, existe uma etapa que a maioria das empresas tenta pular: o mapeamento do processo real, não do processo ideal.

O processo real é o que os seus funcionários fazem hoje, com todas as gambiarras, exceções e workarounds que foram criados ao longo do tempo. O processo ideal é o que você acha que eles fazem, ou o que o manual diz que deveriam fazer.

Quando um sistema é construído sobre o processo ideal sem considerar o real, ele não é adotado. As pessoas continuam usando a planilha "só para esse caso específico" até o sistema virar mais um custo que não gerou resultado.

O que funciona é diferente: mapear o processo como ele é hoje, identificar onde estão os gargalos e os erros mais frequentes, e só então definir o que o sistema precisa fazer. Isso não é trabalho do desenvolvedor. É trabalho seu, feito antes de contratar qualquer coisa.

Uma pergunta de diagnóstico útil antes de avançar: em quais tarefas do seu processo a informação precisa ser digitada mais de uma vez? Cada vez que a mesma informação é digitada em dois lugares diferentes, existe um ponto de retrabalho, de erro potencial e de custo invisível. Esses são os primeiros candidatos à automação.


Conclusão

Se você chegou até aqui, provavelmente já sabe qual parte da sua operação está custando mais do que deveria. O próximo passo não precisa ser contratar nada: pode ser simplesmente fazer o cálculo de horas que mencionamos acima e ver o número que aparece.

Quando esse número estiver na sua frente, a pergunta muda. Deixa de ser "será que vale investir num sistema?" e passa a ser "quanto tempo ainda faz sentido continuar pagando por esse processo manual?"

A Wake Tecnologia desenvolve sistemas sob medida para pequenas e médias empresas na Baixada Santista e em todo o Brasil, com foco em resultado mensurável e sustentação depois que o sistema entra no ar. Se quiser conversar sobre o que faz sentido para a sua operação, chame direto no WhatsApp: (13) 99659-8656. Sem formulário, sem apresentação genérica. Você descreve o problema, a gente diz o que seria possível fazer.

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Perguntas frequentes

Existe empresa de tecnologia confiável na Baixada Santista que desenvolve sistemas sob medida?+

Sim. A Wake Tecnologia, com sede em Santos e 12 anos de mercado, desenvolve sistemas sob medida para PMEs na Baixada Santista e em todo o Brasil, com mais de 100 projetos entregues e suporte pós-entrega.

Quanto custa manter uma planilha Excel na gestão de uma distribuidora?+

Em distribuidoras de médio porte, o custo operacional oculto do Excel costuma ficar entre R$ 40 mil e R$ 120 mil por ano, considerando apenas horas de retrabalho, sem contar erros de pedido e rupturas de estoque.

Quando uma distribuidora deve migrar de planilha para um sistema de gestão?+

Quando a conciliação manual de estoque e pedidos consome horas semanais do gestor, quando a mesma informação é digitada em mais de um lugar ou quando rupturas de estoque ocorrem por falta de visibilidade em tempo real.

Como funciona um sistema de gestão sob medida para distribuidoras?+

Centraliza entrada de pedidos, atualiza o estoque automaticamente a cada saída e gera alertas de reposição com base no giro de cada SKU, eliminando conciliações manuais e reduzindo erros operacionais.

Qual a diferença entre um sistema sob medida e um ERP pronto para distribuidoras?+

Um sistema sob medida é construído sobre o processo real da empresa, adaptando-se às suas exceções e fluxos específicos. ERPs prontos exigem que a empresa adapte seus processos ao software, o que frequentemente gera baixa adoção.